
O Brasil suspendeu o uso da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 em mulheres grávidas seguindo a orientação do órgão regulador federal de saúde. A ordem de "suspensão imediata" da vacina, emitida em 11 de maio, decorreu da morte de uma gestante após a aplicação. Dois estados brasileiros suspenderam anteriormente o uso da vacina em gestantes.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata da vacina AstraZeneca em nota divulgada no início deste ano. Segundo a nota, a Anvisa emitiu a orientação após “monitoramento constante de eventos adversos relacionados à vacina contra Covid-19 em uso no país”.
Anteriormente, o Estado de São Paulo suspendeu a vacina para gestantes com condições médicas subjacentes. Da mesma forma, o Rio de Janeiro suspendeu a vacinação para todas as gestantes. Ambos os estados citaram a orientação da Anvisa como um fator para a suspensão da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19.
O secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, confirmou a morte da gestante no estado. Ele disse que a mulher de 35 anos, que estava com 23 semanas de gestação, morreu após ser vacinada com a vacina da AstraZeneca. Ela faleceu em decorrência de um derrame hemorrágico no dia 10 de maio, cinco dias após ser hospitalizada.
Não está claro se a mulher do Rio de Janeiro tinha alguma condição médica subjacente. A Anvisa, no entanto, afirmou que sua morte "foi avaliada como possivelmente relacionada ao uso da vacina". As autoridades de saúde estão investigando a morte da mulher.
Enquanto isso, a AstraZeneca afirmou em um comunicado à Reuters que seus ensaios clínicos de vacina não incluíram mulheres grávidas e lactantes. Acrescentou que os estudos em animais não produziram evidências diretas ou indiretas de danos à gravidez e ao desenvolvimento fetal.
A farmacêutica britânica firmou parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para distribuir sua vacina no país. É uma das três vacinas candidatas contra a Covid-19 autorizadas no maior país da América do Sul. O Brasil também aprovou as vacinas fabricadas pela Sinovac e Pfizer para uso no país.
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Sim, mas continue cutucando todo mundo. Legal.
Eu sempre disse que se fossem MULHERES jovens tendo ataques cardíacos, eles já teriam parado com essa farsa. Como são principalmente homens jovens, parece que o Ocidente não se importa muito.
Bem, você teria que mudar a fórmula para uma que matasse homens
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