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As mídias sociais podem impactar negativamente sua saúde mental; aprenda como se proteger

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As interações online confundem a autopercepção e desencadeiam ou amplificam o pensamento delirante, especialmente em pessoas que já correm risco de psicose. Pessoas com transtornos propensos a delírios, incluindo problemas de imagem corporal e narcisismo, são mais propensas a usar as redes sociais em excesso, piorando os sintomas.

A maioria das ferramentas de saúde mental ignora o uso das mídias sociais, levando a diagnósticos equivocados e suporte ineficaz. Você pode proteger seu bem-estar mental online monitorando gatilhos emocionais, selecionando seu feed e priorizando conexões do mundo real. Reduzir o uso das mídias sociais desenvolve autoconsciência e resiliência emocional, ao mesmo tempo em que reconstrói hábitos que sustentam uma identidade saudável.

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Como a mídia social molda sua mente

By Dr. Joseph Mercola

Seja navegando pelo Instagram, curtindo a publicação de um amigo ou assistindo ao TikTok, você está absorvendo muito mais do que entretenimento. Toda vez que você interage online, seu cérebro processa o feedback social sem as pistas habituais, como tom de voz ou contato visual. Essa mudança altera a forma como você pensa, sente e se vê – especialmente se você já lida com ansiedade, depressão ou problemas de identidade.

Mas aqui está a boa notícia: você pode retomar o controle. A ciência está começando a descobrir como as mídias sociais afetam a saúde mental e o que você pode fazer a respeito. O objetivo é usar as mídias sociais com sabedoria, para que você se sinta mais conectado, não mais confuso. Vamos explorar as descobertas de dois estudos poderosos e transformá-las em medidas positivas que você pode implementar hoje mesmo.

Como as mídias sociais distorcem a autoimagem

As mídias sociais são como um playground feito de espelhos. Tudo depende da sua aparência, da sua voz e de quantas pessoas estão assistindo. Para pessoas com uma autoestima instável – como aquelas com narcisismo, problemas de imagem corporal ou transtornos alimentares – uma revisão sistemática publicada em BMC Psychiatry revela que essas plataformas muitas vezes se tornam um lugar perigoso.1

Por que as mídias sociais prejudicam a autoimagem? Porque é fácil criar uma versão "perfeita" de si mesmo online. Você pode postar apenas as melhores fotos, editar suas palavras e criar cuidadosamente uma identidade online. Mas, com o tempo, essa versão selecionada pode parecer mais real do que quem você realmente é.

As mídias sociais amplificam delírios.  Os pesquisadores têm um nome para o que acontece em seguida: o ciclo de amplificação do delírio. Veja como funciona:

  • Você se sente inseguro.
  • Você posta algo para ganhar curtidas e comentários.
  • Você se sente melhor – por um momento.
  • Então o sentimento desaparece, então você posta novamente.

Esse ciclo continua. E se você já tem uma condição como psicose ou narcisismo, isso piora seus sintomas. Em vez de acalmar sua mente, as mídias sociais alimenta seus medos ou fantasias.

Por que a presença física é importante.  Na vida real, quando você fala com alguém, capta sinais como expressões faciais ou linguagem corporal. Isso ajuda a entender como a outra pessoa se sente e qual é a sua posição. Mas online? Esses sinais desaparecem. Isso muitas vezes leva à confusão, como a sensação de que as pessoas estão te observando mesmo quando não estão, ou de que você está sendo julgado constantemente.

Essa comunicação “desencarnada” faz você se sentir mais ansioso, mais paranoico ou mais desconectado da realidade — especialmente se você já corre risco de apresentar sintomas psicóticos.

Diferentes distúrbios, diferentes riscos.  Nem todos respondem às redes sociais da mesma forma. Pessoas com autismo costumam usá-las menos. Quando o fazem, geralmente é para compartilhar fatos ou explorar hobbies – não para se exibir ou buscar validação. O YouTube é uma opção comum porque não exige interação constante.

Em contraste, pessoas com traços narcisistas ou psicose são mais propensas a usar as mídias sociais de maneiras que aumentam o risco. Elas podem postar mais selfies, ficar obcecadas por curtidas ou se sentir excessivamente conectadas a dramas online. Esses comportamentos aumentam a sensação de instabilidade.

As ferramentas de saúde mental não incluem a parte digital

Uma revisão sistemática descobriu que a maioria das ferramentas de saúde mental usadas para pessoas com psicose ignora meios de comunicação social completamente.2 É como medir a dieta de alguém e esquecer de perguntar o que ele bebe. Você está perdendo metade da imagem.

Interação na vida real vs. interação online.  Pessoas com psicose frequentemente têm dificuldade em socializar pessoalmente. Então, o que elas fazem? Muitas recorrem às mídias sociais. Elas oferecem:

  • Mais controle sobre as conversas.
  • Mais tempo para pensar antes de responder.
  • Menos pressão da linguagem corporal ou do contato visual.

Mas as ferramentas de saúde mental geralmente não medem essas interações. Isso significa que alguém pode ser sociável online e ainda assim ser rotulado como "isolado" pela equipe de saúde.

Os custos ocultos da supervisão.  Quando a vida online é ignorada, você corre o risco de receber um diagnóstico equivocado. Os médicos acham que você está mais retraído do que realmente é. E ignoram outros sinais importantes, como:

  • cyberbullying.
  • Vício em mídias sociais.
  • Autocomparação negativa.

Tudo isso piora a saúde mental. Sem monitorá-los, é difícil oferecer o apoio certo na hora certa.

Novas ferramentas para uma nova era. Apenas uma ferramenta que avalia o funcionamento social em pessoas com psicose precoce tenta incluir a atividade nas mídias sociais. Mas é limitada e precisa de mais testes.

Especialistas dizem que precisamos criar ferramentas melhores que reflitam a vida digital real. E aqui vai uma ideia radical: deixe os pacientes ajudarem a projetá-las. Se você convive com psicose, ansiedade ou dificuldades sociais, sua contribuição é importante. Você sabe o que conexão significa para você. Essa é uma informação valiosa.

Três passos simples para proteger sua saúde mental online

1. Conheça seus gatilhos.  Pare um momento. Pense no seu último sessão de mídia social. Você saiu sentindo:

  • Feliz e conectado?
  • Ou ansioso, ciumento e esgotado?

Seus sentimentos são a chave para entender o que te desencadeia. Mantenha um pequeno diário por uma semana. Todas as noites, anote:

  • Quanto tempo você passou online.
  • Quais plataformas você usou.
  • Como você se sentiu depois (escala de 1 a 10).

Após sete dias, procure padrões. Você verá rapidamente o que lhe ajuda — e o que lhe prejudica.

2. Faça uma curadoria com cuidado.  Seu feed é como seu espaço pessoal. Você convidaria pessoas tóxicas para sua casa? Claro que não. Então, por que deixá-las entrar na sua mente? Aqui estão algumas maneiras de limpar seu feed:

  • Siga contas que promovam gentileza, corpos reais e hábitos positivos.
  • Silencie ou deixe de seguir páginas que geram comparação ou medo.
  • Pergunte a si mesmo: isso me faz sentir melhor ou pior?

Não se trata de viver numa bolha. Trata-se de proteger a sua paz.

3. Recupere a vida real. Nada substitui uma conexão real e pessoal. Uma mensagem de texto não se compara a um abraço caloroso. Uma curtida não substitui uma risada. Veja o que você pode fazer:

  • Defina um cronômetro e faça pausas regulares na tela.
  • Ligue para um amigo em vez de enviar mensagens.
  • Participe de um grupo local, aula ou oportunidade de voluntariado.

Mesmo 10 minutos de interação pessoal por dia ajudam a redefinir seu cérebro e reconstruir seu senso de identidade.

Dicas para uma melhor saúde mental digital

Assim como a comida, o excesso de conteúdo inadequado pode causar mal-estar. Experimente estas regras de "dieta" digital:

  • Não é permitido rolar a página após as 9h.
  • Verifique as notificações apenas duas ou três vezes por dia.
  • Use “Não perturbe” durante as refeições ou descanso.

Recompense-se com algo pequeno, como ouvir música ou fazer uma curta caminhada. Isso transforma a disciplina em algo divertido. Encontre um amigo para participar da sua dieta digital ou registre seu progresso em um diário. Ao monitorar seu crescimento, você começa a se orgulhar das pequenas vitórias. Isso gera motivação – e confiança. Além disso, certifique-se de registrar conquistas offline, como concluir uma tarefa ou ajudar alguém. Quanto mais você enxergar seu valor nas ações diárias, menos precisará de aprovação externa.

As mídias sociais não vão desaparecer. Embora possam ajudar você a se conectar com as pessoas ao seu redor quando usadas com responsabilidade, também podem minar sua autoestima se você não tomar cuidado – especialmente se você convive com ansiedade, depressão, psicose ou problemas de identidade. Agora você tem ferramentas para proteger sua saúde mental, como:

  • Identifique o que desencadeia você.
  • Escolha o que seguir.
  • Definir limites.
  • Recupere a conexão real.

Lembre-se: cada pergaminho é uma escolha. Faça com que ele promova sua paz, em vez de gerar ansiedade.

Perguntas frequentes sobre mídias sociais e saúde mental

P: As mídias sociais podem causar psicose?

A: Não diretamente, mas o uso excessivo piora os sintomas em pessoas que já estão em risco. Ele distorce a realidade e alimenta o pensamento delirante. Se você já é vulnerável, os gatilhos online aceleram o sofrimento.

P: Quais são os sinais de que as mídias sociais estão afetando minha saúde mental?

A: Fique atento a ansiedade, dificuldade para dormir, comparações constantes ou a sensação de "não ser bom o suficiente" após rolar a página. Esses padrões são sinais de alerta de que seu feed está mais prejudicando do que ajudando.

P: Existem maneiras saudáveis ​​de usar as mídias sociais?

A: Sim. Use-o para se conectar com pessoas gentis, seguir conteúdo inspirador e limitar o tempo de tela. Equilíbrio é fundamental – escolha espaços digitais que apoiem, e não sabotem, sua saúde mental.

P: Por que me sinto pior depois de usar as mídias sociais?

A: Muitas vezes, isso desencadeia vergonha, ciúme ou medo. Monitore como você se sente e ajuste seus hábitos. Fazer pausas e priorizar o uso consciente pode fazer uma grande diferença no seu humor.

P: Qual é a melhor maneira de começar uma desintoxicação digital?

A: Reduza o tempo online, observe seus sentimentos e faça as mudanças necessárias. Além disso, aumente o tempo de interação presencial. Pequenas mudanças – como registrar seu humor ou limitar a navegação noturna – geram resultados duradouros.

 Fontes e Referências

Sobre o autor

Dr. Joseph Mercola é o fundador e proprietário do Mercola.com, um médico osteopata certificado em medicina de família, membro do American College of Nutrition e New York Times Autor de best-sellers. Ele publica vários artigos por dia, cobrindo uma ampla gama de tópicos, em seu site. Mercola.com.

Novo livro do Dr. Mercola 'Seu guia para a saúde celular: desvendando a ciência da longevidade e da alegria' está disponível para compra AQUI.

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Rhoda Wilson
Embora antes fosse um hobby que culminou na escrita de artigos para a Wikipédia (até que as coisas deram uma guinada drástica e inegável em 2020) e alguns livros para consumo privado, desde março de 2020 me tornei pesquisador e escritor em tempo integral em reação à dominação global que se tornou evidente com a chegada da covid-19. Durante a maior parte da minha vida, tentei conscientizar a população sobre o fato de que um pequeno grupo de pessoas planejava dominar o mundo em benefício próprio. Não havia como eu ficar sentado em silêncio e simplesmente deixá-los fazer isso depois que fizessem seu movimento final.
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Bruce País de Gales
Bruce País de Gales
meses 10 atrás

E tudo o que você diz pode ser aplicado aos viciados em mídia de massa.
lembre-se do CONSENTIMENTO FABRICADO de Noam Chomsky.

Donita Forrest
Donita Forrest
meses 10 atrás

Na verdade, não, a grande mídia é uma máquina de mentiras – isso é ruim para a saúde mental de toda a criação. Nada além de propaganda egoísta 24 horas por dia, 7 dias por semana, daqueles que se beneficiam financeiramente da perpetuação de absurdos totalitários. A única cura para isso são as mídias sociais.