Notícias de Última Hora

“Covid-19”, Operações Psicológicas e Tecnocracia: Uma visão geral do Capítulo 1

Por favor, compartilhe nossa história!


Conforme detalhado por David A. Hughes, a operação “covid-19” foi a maior operação de guerra psicológica da história, com o objetivo de desmoralizar, desorientar e debilitar o público para enfraquecer a resistência à transição para a tecnocracia.

O objetivo final é substituir a democracia liberal por uma nova forma biodigital de totalitarismo, conhecida como tecnocracia, que levaria à escravização irreversível da humanidade por meio de tecnologias biométricas e vigilância constante.

Não vamos perder o contato... Seu governo e a Big Tech estão tentando ativamente censurar as informações relatadas pelo The Expor para atender às suas próprias necessidades. Assine nossos e-mails agora para garantir que você receba as últimas notícias sem censura. na sua caixa de entrada…

Ficar atualizado!

Fique conectado com atualizações de notícias por e-mail

Carregando


David A. Hughes é professor titular de Relações Internacionais na Escola de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lincoln, no Reino Unido. Em 2024, publicou um livro sobre a guerra psicológica na era da COVID-19, que visava colocar as pessoas umas contra as outras e impedi-las de se unirem contra seus opressores. Como resultado, na época da publicação do livro, a sociedade estava profundamente dividida entre aqueles que conseguiam perceber as operações psicológicas e aqueles que não conseguiam.

O livro foi publicado sob um Licença Internacional Creative Commons Attribution 4.0Você pode ler o livro online. AQUIBaixe uma cópia. AQUI ou procure online por um vendedor adequado para adquirir um exemplar. Hughes fornece uma lista de fontes ao final de cada capítulo.

O texto a seguir é um resumo gerado por IA de um capítulo do livro. Programas de IA estão sujeitos a imprecisões e ao que é conhecido na área como "alucinações". Recomendamos aos leitores que consultem o livro original para verificar a exatidão das informações. 


“Covid-19”, Operações Psicológicas e a Guerra pela Tecnocracia, por David A. Hughes, 2024

Capítulo 1: Contrarrevolução Permanente, Tecnocracia e Terceira Guerra Mundial

Conteúdo

A luta de classes global e a tecnocracia

A declaração da pandemia de Covid-19 pela Organização Mundial da Saúde em 11 de março de 2020 marcou o início de uma guerra de classes global não declarada, com o objetivo de desmantelar a democracia liberal e estabelecer uma tecnocracia global, uma nova forma de totalitarismo que combina elementos biológicos e digitais.

Esta guerra de classes global está sendo travada pelo Estado profundo transnacional contra populações, utilizando os métodos da Omniguerra, que envolve guerra clandestina em todos os domínios, tornando-a irreconhecível para o público como uma guerra tradicional.

A “operação Covid-19” é descrita como a maior operação de guerra psicológica da história, concebida para desmoralizar, desorientar e debilitar o público, enfraquecendo assim sua resistência à transição para a tecnocracia.

A operação faz parte de uma estratégia mais ampla para instituir uma forma biodigital de totalitarismo, que envolveria o uso de tecnologias biométricas, a “Internet dos Corpos”, vigilância e monitoramento constantes, moedas digitais de bancos centrais e um sistema de crédito social nos moldes do chinês.

Se implementada com sucesso, a tecnocracia resultaria na escravização irreversível da humanidade, e suas consequências seriam piores do que aquelas imaginadas por ditadores como Hitler ou Stalin.

Guerra psicológica e controle mental

O conceito de tecnocracia foi incubado na China durante décadas, com o apoio dos Rockefeller e a transferência de tecnologia, e agora está sendo implementado no Ocidente, com o objetivo de estabelecer um sistema de controle global.

O texto explora as técnicas utilizadas na “operação Covid-19” para atacar a mente e destruir a vítima, um processo denominado “menticídio”, termo cunhado por Joost Meerloo em seu livro “O Estupro da Mente”, e também discute os meios de reprogramar a mente com pensamentos, atitudes e comportamentos desejados, conhecido como “lavagem cerebral”.

A decisão da classe dominante transnacional de declarar guerra contra o resto da humanidade é vista como desesperada e audaciosa, e só pode ser compreendida no contexto de 150 anos de conflito de classes transnacional, segundo o autor, D.A. Hughes.

Contexto histórico do conflito de classes e da repressão

A ascensão do socialismo internacional nos séculos XIX e início do XX foi recebida com métodos implacáveis ​​de repressão, incluindo guerras mundiais, brutalidade paramilitar, fascismo e totalitarismo, como observaram pesquisadores como van der Pijl, Sutton e McCoy.

Após a Segunda Guerra Mundial, métodos semelhantes foram usados ​​para esmagar o socialismo emergente em países do "Terceiro Mundo" sob o pretexto de combater uma "Guerra Fria" contra a União Soviética, com o aumento das tensões sociais no Ocidente, o que levou à implementação de métodos de contrainsurgência de baixa intensidade contra populações ocidentais após os eventos de maio de 1968 na França.

A ARPANET, precursora militar da internet criada em 1969, evoluiu para uma rede global de vigilância que coleta dados sobre todos para fins contrarrevolucionários, como discutido por van der Pijl, e tem sido usada para normalizar a invocação de poderes de emergência e militarizar o ambiente doméstico.

A classe dominante transnacional busca agora substituir a democracia liberal pela tecnocracia, uma mudança sociopolítica e econômica fundamental que só foi possível por meio da guerra mundial, sendo a atual guerra de classes global sinônimo da Terceira Guerra Mundial, que está sendo travada utilizando métodos inovadores de guerra total, incluindo guerra psicológica e decepção.

Vigilância, Controle e a Ascensão da Tecnocracia

A operação “Covid-19” foi identificada como a maior operação de guerra psicológica da história, travada contra o público, e serve como prelúdio para uma guerra física, com os gatilhos imediatos para a guerra de classes global incluindo o fracasso do paradigma de segurança anterior, sinais de alerta de um colapso financeiro iminente e uma crise do sistema de propaganda ocidental.

A transição da “Guerra ao Terror” para a biossegurança em 2020 levou a uma diminuição dos principais ataques terroristas no Ocidente e foi acompanhada pelo uso de técnicas menticidas por governos e grandes corporações de mídia, agindo em coordenação com o Estado profundo transnacional, para suprimir a dissidência e manter o controle sobre a população, conforme discutido por pesquisadores como Agamben, Hughes e Valentine.

A operação “Covid-19” é comparada a um fenômeno visto anteriormente sob o totalitarismo, onde era usada para desmoralizar, desorientar e debilitar o público, e para coagir as populações a tomarem a “vacina”, considerada uma medida física que poderia ser usada como arma em um contexto de guerra.

Luta de classes e conflito vertical

O conceito de guerra não se limita a ser travada “horizontalmente” entre Estados-nação, mas também “verticalmente” entre classes, como evidenciado pela repressão da Comuna de Paris em 1871 por uma combinação de forças francesas e alemãs, apesar da recente guerra entre os dois países.

O caráter internacional do domínio de classe foi reconhecido por Marx, que observou que os governos nacionais se unem contra o proletariado, levando à derivação do internacionalismo proletário a partir da probabilidade de uma resposta comum das classes exploradoras europeias a uma ameaça revolucionária.

A ascensão do socialismo internacional levou à criação do primeiro Estado de bem-estar social do mundo na Alemanha, na década de 1880, bem como à canalização das energias da classe trabalhadora para programas de expansão imperialista, como forma de evitar a guerra civil e externalizar a crise do capitalismo.

A crise do capitalismo em seu próprio país era frequentemente externalizada através do imperialismo, como se observa na ideia de Cecil Rhodes, em 1895, de que o imperialismo era um meio de evitar a guerra civil, e nas ações do imperador alemão Guilherme II, que defendeu a supressão dos socialistas e o início da guerra no exterior.

Imperialismo e a Supressão do Socialismo

O bloco capitalista contrarrevolucionário, financiado pelo poder anglo-americano, procurou suprimir a ascensão de "estados contestadores" e prevenir a guerra civil interna, levando à incitação das classes trabalhadoras umas contra as outras em guerras como a Primeira Guerra Mundial e à violenta repressão da ameaça comunista em diversos países.

A Revolução de Outubro e o surgimento dos partidos comunistas no final da Primeira Guerra Mundial simbolizaram uma ameaça às classes dominantes em todo o mundo, levando a um longo período de medo e repressão da ideologia comunista por parte dos líderes dos EUA e de outras classes dominantes.

O uso da coerção e da violência para suprimir ameaças revolucionárias tem sido um tema constante ao longo da história, desde a repressão da Comuna de Paris até a intervenção contra o Exército Vermelho, e é visto como um meio de proteger os interesses comuns de diferentes classes dominantes.

Os eventos na Alemanha, incluindo a repressão da República Soviética da Baviera e o assassinato de Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht pelos Freikorps paramilitares em 1919, seguidos pela fundação do NSDAP em 1920, oferecem lições importantes para a compreensão da guerra a partir de uma perspectiva de classe.

Segundo van der Pijl, desenvolveu-se entre as classes dominantes rivais uma vontade coletiva silenciosa de lidar com suas populações trabalhadoras, transformando a "revolução permanente" de Trotsky em uma "contrarrevolução permanente" por meio do imperialismo e da guerra, já que a ascensão do movimento operário socialista precisava ser combatida com guerra para manter o controle.

Coordenação transnacional e interesses da classe dominante

Há mais de um século, existe um entendimento comum entre as classes dominantes de diferentes países de que seus interesses mútuos são melhor atendidos pela união para esmagar o conflito de classes, se necessário, por meio da guerra, com o poder anglo-americano coordenando seus planos para o mundo através do Instituto Real de Assuntos Internacionais e do Conselho de Relações Exteriores.

O Instituto Real de Assuntos Internacionais, fundado em 1920 como Chatham House, e o Conselho de Relações Exteriores, fundado em 1921, desempenharam papéis fundamentais na coordenação dos planos do poder anglo-americano, com Montagu Norman, governador do Banco da Inglaterra, ajudando a manobrar Hitler e os nazistas para o poder, juntamente com Henry Ford e Wall Street.

Wall Street, tendo subvertido a Revolução Bolchevique e transformado a União Soviética em uma gigantesca oportunidade para adquirir controle financeiro sobre as indústrias nacionalizadas, procurou fazer o mesmo na Alemanha, com o Nacional-Socialismo e o New Deal de Roosevelt sendo formas de "socialismo corporativo" que tornaram o poder do Estado disponível para as grandes empresas.

A "Conspiração Empresarial" de 1933/34, uma tentativa de golpe de Estado orquestrada por financistas de Wall Street e industriais ricos, foi frustrada pelo General Smedley Butler, impedindo que os Estados Unidos seguissem os passos da Alemanha Nazista e da União Soviética rumo ao totalitarismo, e demonstrando a crueldade da classe dominante em manter o controle durante momentos de aguda crise capitalista.

Crises históricas e a ascensão do totalitarismo

As consequências da quebra da Bolsa de Valores de Wall Street em 1929 e os eventos subsequentes, incluindo a ascensão do nacional-socialismo e o período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial, destacam a disposição da classe dominante em recorrer à guerra como meio de resolver crises a seu favor, particularmente em tempos de aguda crise capitalista.

O contexto histórico da política e da economia global revela que entidades poderosas, como Wall Street e Henry Ford, lucraram apoiando ambos os lados dos conflitos, incluindo a Segunda Guerra Mundial, enquanto milhões de vidas da classe trabalhadora foram perdidas e os principais industriais da Alemanha e do Japão recuperaram rapidamente o poder após 1945.

A Guerra Fria foi marcada por uma rivalidade geopolítica entre o Ocidente e a URSS, mas também por uma colaboração entre os dois para suprimir conflitos de classe internacionais, como visto na revolta da Alemanha Oriental de 1953, onde as potências ocidentais impediram os trabalhadores de Berlim Ocidental de se juntarem aos seus homólogos do Leste.

Supressão do conflito de classes

A supressão da atividade revolucionária no “Terceiro Mundo” foi alcançada por meio de operações secretas, com 104 operações sob o governo do presidente Eisenhower e 163 sob o governo do presidente Kennedy, com o objetivo de forçar a abertura dos mercados e estabelecer regimes clientes para facilitar a penetração do capital ocidental e a desapropriação da mão de obra.

A contrarrevolução permanente envolveu a subversão e a repressão implacável dos movimentos socialistas, utilizando métodos derivados dos nazistas, incluindo esquadrões da morte, tortura e terrorismo de falsa bandeira, conforme descrito por autores como McCoy, que observa uma "onda reversa" na tendência global em direção à democracia de 1958 a 1975.

A transnacionalização da resistência na década de 1960 levou à contrarrevolução permanente, que assumiu a forma de operações de contrainsurgência de baixa intensidade contra populações domésticas ocidentais, utilizando táticas como operações psicológicas inspiradas em Tavistock e o terrorismo paramilitar secreto de falsa bandeira da OTAN.

Contrainsurgência e a Contrarrevolução Permanente

De acordo com autores como Minnicino, a direção final é a lei marcial ou a tomada do poder pelas forças armadas no setor capitalista avançado, e a única guerra restante é a “revolução mundial”, onde as classes dominantes devem unir forças para pressionar por um estado mundial/ditadura global, enquanto o resto da humanidade deve escolher entre a revolução social mundial e a subjugação permanente.

O fim da União Soviética exigiu um novo pretexto para que a oligarquia capitalista mantivesse seu domínio violento, e a atual economia política global é caracterizada por um esforço coordenado transnacionalmente para manter sob controle uma população em rápido crescimento, com guerras persistindo, mas com foco principal na supressão do conflito de classes e na manutenção do controle.

O conceito de um “evento transformador” que mudaria drasticamente o curso da história, conforme previsto por Carter e outros em 1998, concretizou-se com os ataques de 11 de setembro, que foram usados ​​como pretexto para implementar medidas draconianas, restringir as liberdades civis e aumentar a vigilância dos cidadãos.

O evento transformador do 11 de setembro

O Projeto para um Novo Século Americano, de 2000, também previu que um evento catastrófico, semelhante a Pearl Harbor, seria necessário para reconstruir as defesas dos Estados Unidos, e os ataques de 11 de setembro serviram como catalisador para a "Guerra ao Terror" e a militarização do ambiente interno.

O consequente “estado de emergência permanente” levou a um estado de guerra sem fim, onde a classe dominante guerreia contra seus próprios súditos para manter a estrutura de classes da sociedade, conforme previsto por Orwell em 1984.

O atentado de Oklahoma City em 1995, cuja origem é duvidosa, serviu como um ensaio geral para os ataques de 11 de setembro, e a Lei Antiterrorismo Abrangente, apresentada pelo senador Joe Biden em 1995, possibilitou a aprovação da Lei Patriota dos EUA em 2001.

A criação do Comando Norte dos EUA, chefiado pelo General Ralph Eberhart, que presidiu o fracasso do NORAD em prevenir os ataques de 11 de setembro, afirmou a jurisdição militar sobre o âmbito doméstico e abriu caminho para a revisão de leis como a Lei Posse Comitatus.

Os ataques de 11 de setembro permitiram que o Estado profundo transnacional realizasse um golpe de Estado secreto, substituindo a democracia ocidental por um novo modo de governança inspirado na Estratégia Italiana da Tensão, que envolve a normalização de poderes de emergência por meio de ameaças fabricadas para manter o público com medo e disposto a ceder suas liberdades.

A estratégia italiana da tensão, conforme descrita por Ganser em 2005, consiste em criar um estado de medo e tensão por meio de ameaças fabricadas, como terrorismo, crises financeiras e surtos de doenças, para justificar a implementação de poderes de emergência e a erosão das liberdades civis.

Os escritos de Hoffman, em 1998, e de Griffin e Woodworth, em 2018, oferecem uma visão mais aprofundada dos eventos que cercaram o atentado de Oklahoma City e os ataques de 11 de setembro, destacando a disposição do Governo Oculto em matar um grande número de pessoas para atingir seus objetivos políticos.

As sociedades ocidentais têm caminhado cada vez mais em direção ao autoritarismo, que Hoffman denomina "fascismo mundial", onde as populações são submetidas a operações psicológicas de nível militar que as manipulam para defender narrativas oficiais e atacar aqueles que as questionam.

Tecnologias de Vigilância e Guerra

O uso de tecnologias "inteligentes" e das redes sociais criou um gulag digital que coleta informações pessoais para fins de vigilância e controle, contribuindo para a "vigilância permanente e guerra da informação", conforme descrito por van der Pijl, e tem sido fundamental na estruturação da opressão em torno das populações ocidentais.

Uma revolução na guerra, baseada em “tecnologias convergentes” na era “TI/Bio/Nano”, está em curso desde antes dos ataques de “11 de setembro”, e um sistema de armas potencialmente avançado para uso contra o público pode estar agora em processo de instalação, conforme discutido no Capítulo 8.

A classe dominante transnacional vem se preparando para uma guerra de classes global há mais de meio século, utilizando técnicas de contrainsurgência de baixo nível e guerra psicológica contra populações ocidentais desde 1968, e vem lançando as bases para uma ditadura global ou socialismo mundial, conforme previsto pelo conceito de revolução permanente de Trotsky.

Guerra de classes global e Terceira Guerra Mundial

A operação “Covid-19” foi lançada antes do previsto devido a três fatores principais: os protestos sociais mundiais de 2019, a crise do sistema monetário e financeiro internacional de 2019 e a crise do sistema de propaganda ocidental, que levou a classe dominante a acelerar seus planos, apesar das intenções iniciais de se preparar com mais antecedência.

Prevê-se que o desfecho final da situação atual seja ou uma ditadura global, representando a concretização de uma contrarrevolução permanente, ou o socialismo mundial, exigindo a expropriação dos meios de produção pela classe trabalhadora e a justa redistribuição de riqueza e oportunidades em escala mundial, sendo que apenas uma revolução social mundial poderá impedir o primeiro cenário.

A estratégia global de tensão, que envolveu uma série de ataques terroristas na França entre 2015 e 2017, levou à decretação do estado de emergência e ao destacamento de 10,000 soldados nas ruas francesas no âmbito da operação antiterrorista Sentinelle, mas acabou por não conseguir conter a agitação social, como evidenciado pela ascensão dos Coletes Amarelos na França em 2018 e pelos levantes em massa no Chile e na Índia.

Os movimentos sociais que surgiram em 2018 e 2019, incluindo os Coletes Amarelos na França, assumiram uma forma socialmente progressista que não foi facilmente assimilada pelo populismo, instilando medo nas classes dominantes em todo o mundo e refletindo uma mobilização política sem precedentes.

Em 2019, um "tsunami de protestos" eclodiu em um em cada cinco países, desencadeando a fúria pública em escala global e sinalizando que a Velha Ordem Mundial do globalismo neoliberal sob a Pax Americana estava finalmente se desintegrando, de acordo com analistas como van der Pijl e Corbett.

Crises do Sistema Financeiro e a Resposta à Pandemia

A grave crise do capitalismo em 2019 também se refletiu em sinais de alerta relativos ao sistema monetário e financeiro internacional (SMFI), incluindo a inversão da curva de rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA, um presságio historicamente confiável de recessão, e a elevada relação preço/lucro do S&P, que foi ainda maior do que em 1929 e 2007.

A crise no IMFS foi ainda mais agravada pela renúncia de um número recorde de CEOs, que obviamente sabiam que problemas estavam por vir, e pelas nuvens de tempestade que vinham se acumulando há algum tempo, incluindo a crise da Long-Term Capital Management, a crise financeira global de 2007/8 e a crise da dívida da zona do euro.

O sistema vinha recebendo suporte vital artificial desde 2008, na forma de flexibilização quantitativa e taxas de juros próximas de zero, e a próxima grande crise tinha o potencial de ser fatal, como alertou o ex-governador do Banco da Inglaterra, Mark Carney, que afirmou que as deficiências do Sistema Intergovernamental de Financiamento (IMFS) haviam se tornado cada vez mais evidentes e que o centro não se sustentaria.

Segundo van der Pijl, as tensões sociais incontroláveis ​​e a crise no IMFS desencadearam a contrarrevolução da “Covid-19” em 2020, que foi uma resposta da classe dominante transnacional aos sinais de revolução que eram demasiado graves para serem ignorados.

Moedas digitais do banco central e controle financeiro

O relatório da BlackRock publicado em 2019 propôs uma reformulação radical do sistema financeiro, defendendo a abolição do sistema de circuito dividido que separa as reservas do banco central do dinheiro em circulação, e, em vez disso, estabelecendo uma conexão direta entre os bancos centrais e as contas privadas dos indivíduos por meio de moedas digitais de bancos centrais (CBDCs).

Este sistema proposto concederia aos bancos centrais o poder de congelar ou retirar fundos das contas bancárias dos indivíduos, impor condições aos gastos e eliminar as transações financeiras privadas, criando efetivamente um sistema de escravidão financeira, como observou Davis em 2023.

A ideia de "negociação direta" foi ainda mais acelerada por uma crise no mercado de recompra dos EUA em 17 de setembro de 2019, que levou o Federal Reserve a fornecer liquidez adicional e, como demonstrado por Titus em 2021, esse evento marcou o início da implementação do plano de "negociação direta", coincidindo com a crise fabricada da "Covid-19".

O uso da propaganda tem sido, há muito tempo, um componente crucial na manutenção da democracia liberal nos EUA, com figuras influentes como Lippmann e Bernays reconhecendo a importância de manipular a opinião pública. Lippmann cunhou a expressão "a fabricação do consentimento" e Bernays usou o termo "engenharia do consentimento".

Propaganda, censura e controle da mídia

O conceito de propaganda está intimamente ligado à ideia de "ditadura por manipulação", como observou Donald Slesinger, e, segundo Chomsky, a doutrinação é um componente necessário da democracia, assim como a coerção é essencial para a ditadura, evidenciando a falta de liberdade real em ambos os sistemas.

A implementação das CBDCs e do plano de "transação direta" tem implicações significativas para a liberdade individual, como demonstrado pela tentativa de congelamento das contas bancárias de caminhoneiros canadenses e de seus apoiadores em janeiro de 2022, evidenciando o potencial de exclusão financeira de dissidentes.

Tanto o comunismo soviético quanto a democracia liberal ocidental utilizaram a censura, sendo que o primeiro empregou a censura política direta e o segundo se valeu da concentração do poder de comunicação nas mãos de alguns grandes grupos, como observou Huxley em 1958.

O modelo de propaganda de Herman e Chomsky para a mídia ocidental identifica cinco "filtros" que contribuem para um sistema de propaganda sofisticado, incluindo a centralização da propriedade dos meios de comunicação, a receita publicitária, a dependência de informações fornecidas pelo governo e pelas empresas, as críticas como meio de disciplinar aqueles que se desviam da linha e a ideologia dominante da época.

Totalitarismo Invertido e Mídia Corporativa

O sistema de propaganda dos EUA permite uma "lavagem cerebral sob o pretexto da liberdade", onde as mais flagrantes violações dos direitos humanos cometidas pelo imperialismo estadunidense passam praticamente despercebidas por uma população doutrinada a acreditar que a política externa dos EUA se resume fundamentalmente à salvaguarda da liberdade e de outros valores superiores, conforme discutido por Herman e Chomsky em 1979.

Wolin descreve os Estados Unidos como um exemplo de "totalitarismo invertido", onde nenhuma instituição nacional pode ser considerada democrática, e o sistema representa a antítese do poder constitucional, projetando constantemente o poder para cima enquanto busca manter os cidadãos em desequilíbrio e passivos.

A "genialidade" do "sistema totalizante" nos EUA reside em exercer poder absoluto sem que isso seja aparente, sem estabelecer campos de concentração ou impor uniformidade ideológica, e a uniformidade da opinião pública imposta pela mídia corporativa é muito eficaz em suprimir a dissidência, como argumentou Wolin em 2008.

Mídias sociais e o Estado profundo transnacional

A ascensão das mídias sociais, da mídia independente e do jornalismo cidadão até 2020 representou uma ameaça ao sistema de propaganda ocidental, à medida que mais pessoas começaram a perceber as falácias do sistema e a perder a confiança na democracia liberal, provocando uma resposta do Estado profundo transnacional para instituir uma nova forma tecnocrática de totalitarismo, conforme discutido por Hughes em 2022.

Desde março de 2020, uma operação transnacional de um Estado paralelo está em curso para expandir tendências totalitárias, intencionalmente concebidas por uma classe dominante transnacional que recorre ao totalitarismo em resposta a uma crise aguda do capitalismo, como observou Alting von Geusau em 2021, embora o autor afirme incorretamente que essas tendências não são planejadas intencionalmente ou maliciosamente.

A era da Covid-19 foi comparada à Alemanha nazista de diversas maneiras, incluindo a renúncia às liberdades em nome do "bem maior", o uso de propaganda para induzir a conformidade ideológica e a desumanização de grupos externos como propagadores da doença, sendo essas semelhanças exploradas com mais detalhes por Hughes em 2024.

As origens do genocídio nazista podem ser rastreadas até antigos programas de eutanásia, e o reaparecimento da eutanásia patrocinada pelo Estado desde 2020 é profundamente preocupante, como observado por Hughes et al em 2022, com outras semelhanças inquietantes, incluindo psicose em massa, a decadência da sociedade civilizada em comportamentos prejudiciais e irracionais e a imposição de diretrizes governamentais sobre os serviços de saúde.

Tecnocracia: Origens e Implicações

A tecnocracia, que teve origem no campus da Universidade de Columbia em 1932, idealizada por Howard Scott, é definida como "a ciência da engenharia social, a operação científica de todo o mecanismo social para produzir e distribuir bens e serviços a toda a população", com seus proponentes, incluindo Martin Luther King Jr. Hubbert, visando criar um sistema gerenciado centralmente com base em energia em vez de dinheiro.

O sistema tecnocrático, conforme delineado no Curso de Estudos sobre Tecnocracia de 1934, forneceria aos cidadãos uma quota de certificados de energia para serem gastos em bens e serviços com preços proporcionais ao custo energético da produção, com o objetivo de alcançar a abundância material e o aumento do tempo livre através do monitoramento e controle constantes de tudo.

No entanto, a tecnocracia é hostil à liberdade humana, com sua estrutura de poder, o Tecnato, sendo controlada por tecnocratas que têm controle total sobre todos e tudo, e sua implementação exigindo o monitoramento e controle constantes de tudo, o que não era possível na década de 1930, mas agora é possível com o uso da tecnologia "inteligente".

Tecnocracia e Teorias Totalitárias

O conceito de tecnocracia tem sido associado a vários outros temas, incluindo eugenia, ecopolítica e a fusão do Estado com as grandes empresas, com autores como Agamben, Corbett, Ehret e Polyakova observando as semelhanças preocupantes entre a era da Covid-19 e os regimes totalitários, bem como o potencial da legislação para impulsionar a adoção de uma ditadura.

O conceito de tecnocracia, conforme proposto por Wood (2018), envolve a erradicação da propriedade privada, a dependência do Tecnato para necessidades básicas, a incapacidade de poupar para necessidades futuras, a abolição dos sistemas políticos anteriores e a educação como uma forma de condicionamento para preparar as pessoas para a carreira escolhida.

Segundo Russell (1952), uma “ditadura científica” poderia ser estabelecida, onde o acesso ao conhecimento científico é restrito à classe dominante, e a população é controlada por meio de persuasão, dieta, injeções e educação, tornando a crítica à classe dominante psicologicamente impossível.

Huxley (1958) prevê um “novo tipo de totalitarismo não violento”, onde a oligarquia dominante controla a sociedade sem terror e coerção, e as pessoas são condicionadas a amar a sua servidão, com os aparatos da democracia a permanecerem em vigor.

Huxley (1959) descreve ainda isto como uma “ditadura sem lágrimas”, produzindo um “campo de concentração indolor para sociedades inteiras”, onde a elite dominante comanda silenciosamente tudo como bem entende.

O papel da China na globalização tecnocrática

Brzezinski (1970) argumenta que o advento da “sociedade tecnotrônica” nos EUA, caracterizada pelo impacto da tecnologia e da eletrônica, representa uma sociedade mais controlada e dirigida, dominada por uma elite com conhecimento científico superior, que usaria técnicas modernas para influenciar o comportamento público e manter a sociedade sob vigilância e controle.

O estabelecimento de uma sociedade tecnotrônica, conforme descrito por Brzezinski (1970), requer uma redefinição do sistema americano, inclinando-se na direção do totalitarismo, onde a elite usaria seu conhecimento científico para atingir seus fins políticos sem hesitação.

As ideias desses pensadores, incluindo Huxley, atraíram organizações como a Fundação Ford, que investiu fortemente em pesquisas sobre ciências comportamentais na década de 1960, indicando um interesse significativo no potencial do conhecimento científico para controlar e manipular a sociedade.

O conceito de totalitarismo é discutido, citando Brzezinski e Teilhard de Chardin, que sugere que o totalitarismo moderno é uma distorção de algo magnífico e próximo da verdade, como mencionado por Brzezinski em sua obra.

No início da década de 1970, Henry Kissinger e o presidente Nixon iniciaram uma colaboração secreta com a China, que foi seguida pela viagem de David Rockefeller à China em 1973, onde ele expressou seu desejo de colaborar com o país, apesar de ignorar as dezenas de milhões de pessoas que morreram de fome durante o "Grande Salto Adiante" de 1958 a 1962.

Em 1979, foi firmado um acordo entre a China International Trust Investment Corporation, o Chase e o Banco da China para identificar áreas da economia chinesa suscetíveis à injeção de tecnologia e capital americanos, o que levou à notável taxa de crescimento anual do PIB da China, de quase 10%, desde 1978.

O crescimento da economia chinesa não foi um evento espontâneo, mas sim uma construção deliberada por meio de transferências de riqueza, acordos bancários, investimentos em pesquisa e desenvolvimento, transferências de tecnologia militar e deslocalização da produção ao longo de várias décadas, como observado por Corbett em sua obra.

Houve um aumento significativo no financiamento de pesquisa e desenvolvimento na China desde a década de 1990, que não se trata apenas de explorar mão de obra barata, mas sim de uma transferência de tecnologia deliberada, semelhante às transferências identificadas por Sutton em relação às transferências dos EUA para a União Soviética e a Alemanha nazista, incluindo transferências de tecnologia militar.

Sutton previu em 1983 que, até o ano 2000, a China comunista seria uma superpotência construída com tecnologia e habilidades americanas, e em 2010, a China ainda apresentava um crescimento anual significativo do PIB, enquanto o Ocidente enfrentava uma crise financeira, o que levou à promoção do autoritarismo chinês como um possível modelo global.

A pandemia como uma luta de classes global

Em 2010, o cenário "lockstep" da Fundação Rockefeller e da Global Business Network elogiou a resposta da China a uma pandemia fictícia, destacando a capacidade do país de impor e fazer cumprir a quarentena obrigatória para todos os cidadãos, o que foi visto como um modelo a ser seguido por outros países. Representantes da classe dominante transnacional, incluindo George Soros, Evelyn de Rothschild, Richard Rockefeller e Henry Kissinger, teceram elogios à China nos anos em torno de 2010.

Os líderes políticos ocidentais, incluindo Justin Trudeau, Angela Merkel, Joe Biden e Boris Johnson, expressaram abertamente sua admiração pela China, alguns inclusive com ligações pessoais, como o filho de Klaus Schwab, Olivier, que é casado com uma chinesa e dirige o escritório do Fórum Econômico Mundial em Pequim desde 2011.

Autoridades chinesas, incluindo Xi Jinping, participam do Fórum Econômico Mundial desde 2009, e Klaus Schwab sugeriu que o Ocidente precisa adotar as tecnologias introduzidas na China, o que gerou preocupações sobre os potenciais perigos do sistema de crédito social chinês.

O sistema de crédito social chinês, que atribui pontuações aos indivíduos com base em seu comportamento, foi estendido às empresas, e métricas semelhantes, como as "Metas de Sustentabilidade Ambiental", estão sendo introduzidas em todo o mundo para pontuar e influenciar as atividades das empresas.

Sistema de Crédito Social

O sistema de crédito social tem sido usado para controlar a vida das pessoas, com aqueles que possuem pontuações mais altas desfrutando de mais liberdades, como viagens e melhores oportunidades de emprego, enquanto aqueles com pontuações mais baixas enfrentam restrições. Esse sistema foi exportado para diversas cidades dos EUA, apesar de ser ilegal e inconstitucional.

A China tem sido descrita como "a primeira tecnocracia do mundo" ou "uma tecnocracia plena", o que foi possível graças ao apoio das elites ocidentais, e agora o objetivo é expandir essa tecnocracia para o Ocidente e outros lugares, com a meta de implementar uma ditadura científica global.

O uso de tecnologias como softwares de reconhecimento facial e drones permitiu ao governo chinês exercer controle total sobre seus cidadãos, como visto no lockdown de Xangai em abril de 2022, onde 25 milhões de pessoas foram confinadas em suas casas e policiadas por drones, e medidas semelhantes, como a restrição de viagens não essenciais para o exterior, foram implementadas.

A implementação dessas medidas na China gerou preocupações sobre a possibilidade de restrições semelhantes serem impostas no Ocidente, e o fato de o Canadá ter impedido pessoas "não vacinadas" de embarcar em aviões ou trens comerciais entre outubro de 2021 e junho de 2022 sugere que tais medidas não são inimagináveis ​​em países ocidentais.

Desafios à classe dominante e métodos de guerra

O contexto da pandemia de Covid-19 é descrito como uma erupção global de conflitos de classe causada pelo declínio do capitalismo oligárquico, com uma pequena classe dominante transnacional tentando impedir seu colapso implementando um sistema de tecnocracia global.

Segundo diversas fontes, incluindo van der Pijl, Davis e James Corbett, a pandemia é vista como uma pseudopandemia e o primeiro passo para um golpe de Estado global, sendo a verdadeira batalha travada entre a classe dominante e a massa da humanidade.

A classe dominante atlântica tem um histórico de usar a guerra mundial para remodelar a sociedade à sua imagem e semelhança, com os engenheiros sociais vendo a guerra como um meio de demolir antigas tradições e crenças, como observou Corbett em 2018.

Representantes da classe dominante, incluindo o Fórum Econômico Mundial, o Secretário-Geral da ONU António Guterres, Angela Merkel, Klaus Schwab e Bill Gates, descreveram a pandemia da Covid-19 como uma crise comparável à Segunda Guerra Mundial, com alguns até mesmo invocando a ideia de uma “nova arquitetura global” e um “novo momento de Bretton Woods”.

As repetidas invocações da Segunda Guerra Mundial por esses representantes levantam a possibilidade de estarmos agora na Terceira Guerra Mundial, que provavelmente envolverá mudanças radicais e sistêmicas e horrores sem precedentes, a menos que os responsáveis ​​pela guerra sejam detidos.

Prevê-se que os resultados da Terceira Guerra Mundial sejam semelhantes aos das guerras mundiais anteriores, com um grande número de vidas perdidas e a manifestação de horrores inimagináveis, com a mortalidade por todas as causas na Inglaterra e no País de Gales a exceder a média dos últimos cinco anos na maioria das semanas desde o início da pandemia, e o excesso de mortalidade nos Estados Unidos consistentemente acima da média dos últimos cinco anos desde março de 2020.

Planos de despovoamento e controle da fertilidade

A ideia de "Reconstruir melhor" é vista como análoga à reconstrução do pós-guerra após 1945, mas a destruição causada sob a bandeira da "Covid-19" resulta de políticas governamentais implementadas contra seus próprios cidadãos, e não das ações de inimigos oficiais.

A tendência de excesso de mortalidade durante a pandemia de Covid-19 apresentou aumentos significativos em vários países, com uma variação de 6 a 27% na Europa, uma taxa de mortalidade 15.3% maior na Austrália em 2022 em comparação com a média histórica e uma taxa de mortalidade 10.4% maior na Nova Zelândia em 2022 em comparação com 2021, sugerindo que as medidas governamentais podem ter contribuído para esses aumentos.

A exceção a essa tendência foi a Suécia, que não implementou lockdowns em 2020 e apresentou uma taxa de mortalidade relativamente estável por 1000 pessoas, variando de 8.52 a 9.93 por ano desde 2009.

Coagir as populações a aceitarem uma distribuição desigual de riqueza.

A distribuição global de riqueza é extremamente desigual, com os 10% mais ricos da população controlando 76% da riqueza e recebendo 52% da renda total, enquanto os 50% mais pobres detêm apenas 2% da riqueza e 8.5% da renda, de acordo com pesquisa de Chancel et al.

O 1% mais rico da população mundial, composto por aproximadamente 62.2 milhões de milionários, concentrou 38% do crescimento da riqueza global entre 1995 e 2021, sendo que os 0.001% mais ricos, 76,460 pessoas com uma fortuna superior a 100 milhões de dólares, abocanharam 21% desse crescimento.

A elite do poder global, como argumenta Phillips, consiste em apenas algumas centenas de atores nomeados, e o controle desse pequeno grupo sobre os meios de produção, as comunicações globais, o abastecimento de alimentos, os produtos de consumo e as tecnologias militares lhes confere um poder significativo para influenciar e coagir populações.

No entanto, a capacidade da classe dominante de guerrear contra o resto da humanidade e impor um sistema de escravidão tecnocrática sem enfrentar uma revolução representa desafios significativos, e a solução pode não estar no desenvolvimento de tecnologias mais destrutivas, mas sim em abordar as causas profundas dos problemas mundiais, incluindo a extrema desigualdade de riqueza e a concentração de poder nas mãos de poucos indivíduos.

O uso de armas nucleares não é uma opção viável para a classe dominante em sua guerra contra a maioria da população, pois catalisaria uma oposição transnacional massiva e é inadequado para lidar com insurgentes, como demonstrado pelo desejo frustrado do General MacArthur de usar armas nucleares durante a Guerra da Coreia e pela recusa do Presidente Eisenhower em autorizar o uso de armas nucleares contra a China durante a Segunda Crise do Estreito de Taiwan.

A utilização de tecnologias avançadas, como drones e robôs da Boston Dynamics, contra populações inteiras também não é viável, pois seria óbvio que o governo declarou guerra ao povo, incitando uma revolução e potencialmente levando soldados, policiais e funcionários públicos a desertarem.

Guerra Psicológica e Manipulação Pública

Para prevalecer contra a esmagadora superioridade numérica na Terceira Guerra Mundial, a classe dominante precisa revolucionar a natureza da guerra, algo que vem sendo trabalhado secretamente desde pelo menos 1968, e os elementos-chave dessa nova forma de guerra permanecerão secretos.

O princípio fundamental dessa nova forma de guerra é o engano, como afirmou Sun Tzu e o lema do Mossad: "Por meio do engano, farás a guerra", e o público não deve ter o conhecimento de que uma guerra está sendo travada contra ele, sendo esta travada preventivamente para impedir a revolução e permanecendo "invisível" por meio de um sistema de propaganda altamente sofisticado.

A guerra deve ser travada por meio de furtividade e engano, pois nenhuma guerra jamais foi vencida por meios puramente psicológicos, e inevitavelmente chegará o momento em que a consciência pública começar a se alinhar com a realidade objetiva da guerra de classes global, momento em que a guerra poderá se tornar física de maneiras que ainda não aconteceu.

As injeções contra a COVID-19 administradas a mais de 5.55 bilhões de pessoas, conforme relatado por Holder em 2023, continham uma série de ingredientes não divulgados, incluindo nanotecnologias de auto-montagem e desmontagem responsivas a campos eletromagnéticos, como observado por Hughes em 2022 e 2023. Isso, aliado à implementação simultânea do 5G, levanta a possibilidade de que um sistema de armas esteja sendo instalado para atingir corpos humanos por meio da administração remota de frequências específicas.

A instalação de um sistema de armas desse tipo permitiria que uma pequena camarilha de tecnocratas lutasse e vencesse uma guerra contra o resto da humanidade, como observou Hughes, e essa possibilidade deve ser levada a sério, especialmente no contexto da Lei de Segurança do 5G e Além de 2020, aprovada nos EUA em 23 de março de 2020.

Despovoamento através da redução das taxas de fertilidade

A queda nas taxas de natalidade desde a implementação da "vacina contra a Covid-19" pode ser consistente com uma agenda global de despovoamento que remonta a 1968, quando as classes dominantes perceberam que o crescimento da população mundial ameaçava sua posição.

A ideia de que um mundo finito só pode sustentar uma população finita foi defendida por Hardin em 1968, e esse conceito foi posteriormente desenvolvido pelo Clube de Roma em seu relatório de 1972, "Os Limites do Crescimento", que se baseava na lógica maltusiana falha.

O Relatório da Comissão Rockefeller sobre População e o Futuro Americano, publicado em 1972, afirmou que não haveria benefícios substanciais resultantes do crescimento contínuo da população do país, e o Memorando de Segurança Nacional 200, também conhecido como Relatório Kissinger, propôs ações construtivas para reduzir as taxas de fertilidade em determinados países em desenvolvimento.

Desde 1968, a taxa de fertilidade global foi reduzida pela metade e, segundo as Nações Unidas, está agora igual ou abaixo da taxa de reposição de 2.1 em todas as regiões, exceto na África.

Guerra de Quinta Geração e Guerra Omni

O conceito de “guerra de quinta geração” (5GW, na sigla em inglês) é frequentemente descrito como um tipo de guerra que envolve guerras de percepção, em que a informação é a arma, incluindo o engano e a propaganda, e os alvos da 5GW podem nem sequer perceber que são combatentes em uma guerra.

No entanto, a literatura sobre a 5ª geração de guerra não aborda a questão de quem está travando guerra contra quem e com que propósito, argumentando-se que a guerra mais fundamental é a guerra de classes global, que está sendo travada “verticalmente” contra a população.

Corbett apresenta uma retificação do conceito de 5GW, descrevendo-o como uma guerra total travada contra a população, com governos e corporações trabalhando juntos para usar a tecnologia a fim de controlar os movimentos, interações, transações e até mesmo os pensamentos e sentimentos mais íntimos das pessoas.

Segundo Corbett, o objetivo final desta guerra é o domínio total sobre todos os aspectos da vida das pessoas, e ela não cessará até que aqueles que resistem sejam subjugados ou eliminados.

O conceito de 5GW está intimamente relacionado à ideia de guerra de classes global, e argumenta-se que as classes dominantes estão usando a tecnologia e outros meios para controlar e dominar a população, com o objetivo de reduzir as taxas de fertilidade e alcançar um tamanho populacional mais administrável.

O conceito de “Omniwar” é proposto como um termo mais adequado do que “guerra de quinta geração” para descrever o estado atual da guerra, onde a classe dominante transnacional instrumentalizou tudo contra a população, incluindo guerra da informação, neurológica, biológica e econômica, a fim de subjugar bilhões de pessoas.

A guerra está sendo travada em todos os domínios imagináveis, com a intenção de permanecer oculta o máximo possível, e inclui várias formas de guerra, como guerra psicológica, "necrosegurança" de confinamentos, privação de cuidados de saúde necessários, armas biológicas disfarçadas de vacinas e injeção de aerossóis na estratosfera.

O Conceito Operacional Integrado (COI) do Ministério da Defesa do Reino Unido é um exemplo de como a humanidade livre está sendo alvo de ataques, ao anunciar a indistinção entre a defesa externa e a interna e propor o combate à "propaganda antivacina" online por meio do uso de unidades militarizadas, como a 77ª Brigada e o 13º Regimento de Sinais.

O COI também implica uma contrarrevolução permanente no espaço da informação, cujo objetivo é "conduzir as condições e o ritmo da atividade estratégica, em vez de responder às ações de outros", o que é consistente com o surgimento do totalitarismo e inclui uma guerra contra a liberdade de expressão e uma campanha para censurar vozes dissidentes.

A Comissão Nacional de Segurança dos EUA sobre Inteligência Artificial, chefiada pelo ex-CEO do Google/Alphabet, Eric Schmidt, oferece consultoria sobre o "combate à desinformação" online, incluindo o uso de IA para identificar e potencialmente censurar vozes dissidentes, destacando ainda mais o alcance da Omniwar e seu impacto nas liberdades individuais.

Pesquisadores e especialistas como Corbett, Webb, Turley, Shir-Raz, Giordano e Latypova discutiram vários aspectos da Omniwar, incluindo guerra da informação, guerra neurológica e guerra biológica, e alertaram sobre os perigos da manipulação e do controle da população pelos oligarcas no poder.

O conceito de Omniguerra remete à declaração de Joseph Goebbels em 1943 sobre uma “guerra mais total e radical do que qualquer coisa que possamos imaginar hoje”, e destaca a necessidade de as pessoas reconhecerem que elas próprias são combatentes na Omniguerra não declarada que está sendo travada contra elas.

O conceito de um "Projeto Manhattan para a verdade" foi proposto por Sean Gourley, que criou programas de IA para os militares, com o objetivo de permitir que agências de inteligência determinem o que é verdade ou não, como mencionado por Webb em 2020.

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, fez declarações que sugerem que o governo deve ser a única fonte de verdade e que a liberdade na internet é uma "arma de guerra" que precisa ser regulamentada com "regras" para impedir que as pessoas questionem as narrativas oficiais.

Notícias Reveladas: A COVID-19 é uma Operação Psicológica?! Capítulo 1 REVELADO! Descubra a verdade sobre a Tecnocracia e o que eles não querem que você saiba! #Covid19 #OperaçõesPsicológicas #Tecnocracia

Seu governo e organizações de grande tecnologia
tente silenciar e encerrar o The Expose.

Então precisamos da sua ajuda para garantir
podemos continuar a trazer-lhe o
fatos que a corrente principal se recusa a revelar.

O governo não nos financia
para publicar mentiras e propaganda em seus
em nome da grande mídia.

Em vez disso, dependemos exclusivamente do seu apoio. Então
por favor, apoie-nos em nossos esforços para trazer
você jornalismo investigativo honesto e confiável
hoje. É seguro, rápido e fácil.

Escolha seu método preferido abaixo para mostrar seu apoio.

Ficar atualizado!

Fique conectado com atualizações de notícias por e-mail

Carregando


Por favor, compartilhe nossa história!
avatar do autor
Rhoda Wilson
Embora antes fosse um hobby que culminou na escrita de artigos para a Wikipédia (até que as coisas deram uma guinada drástica e inegável em 2020) e alguns livros para consumo privado, desde março de 2020 me tornei pesquisador e escritor em tempo integral em reação à dominação global que se tornou evidente com a chegada da covid-19. Durante a maior parte da minha vida, tentei conscientizar a população sobre o fato de que um pequeno grupo de pessoas planejava dominar o mundo em benefício próprio. Não havia como eu ficar sentado em silêncio e simplesmente deixá-los fazer isso depois que fizessem seu movimento final.
5 2 votos
Artigo Avaliação
Subscrever
Receber por
convidado
14 Comentários
Comentários em linha
Ver todos os comentários
Vassilis
Vassilis
1 mês atrás

Parabéns, pessoal... vocês são uma esperança para a liberdade da humanidade.

Reverendo Scott
Reverendo Scott
1 mês atrás

Outra pessoa sem noção de escala. 60 bilhões de milhas cúbicas de atmosfera sobre 197 milhões de milhas quadradas de Terra. Incontrolável, inmodelável, caótico… só tolos arrogantes pensam que controlam a natureza. Controlar pessoas é outra história, mas as evidências sugerem que a elite está apavorada. Eles já perderam. A Covid, por exemplo. 30% disseram que não, que era uma farsa, nada de lockdown, nada de máscaras, nada de vacinas; 30% aceitaram tudo, usando máscaras, cumprindo o lockdown, tomando todas as vacinas oferecidas… os 40% restantes aceitaram até certo ponto, talvez uma vacina, talvez duas, mas agora estão acordados, furiosos e sedentos de vingança, e dizendo isso… isso representa 70% da população potencialmente buscando vingança… comecem a correr, elites, porque sabemos quem vocês são, nós vamos encontrá-los. O que acontece então… bem… veremos, mas acabou… esta é a força de resistência mais oculta e poderosa de todos os tempos. Prestem atenção.

história
história
Responder a  Reverendo Scott
1 mês atrás

Você é um idiota

história
história
Responder a  Reverendo Scott
1 mês atrás
história
história
Responder a  Reverendo Scott
1 mês atrás
história
história
Responder a  Reverendo Scott
1 mês atrás
janeiro
janeiro
1 mês atrás

Finalmente, um texto que oferece uma visão geral de toda a maldade escondida por trás dessa enorme fraude.
Nunca se esqueçam, nunca perdoem! ​​Nuremberg V2.0!!!!! Todos eles deveriam ser enforcados em uma árvore!

David Rinker
David Rinker
1 mês atrás

Obrigado por chamar nossa atenção para David Hughes e seu livro fundamental. A consciência situacional é o primeiro passo para estabelecer uma defesa.

história
história
1 mês atrás
história
história
1 mês atrás
história
história
1 mês atrás

Alguém deveria postar um vídeo de um avião agrícola pulverizando suas plantações para aqueles que têm dificuldade em entender.

história
história
Responder a  história
1 mês atrás